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Servidores da Secretaria de Obras de Porto Velho são alvos de operação da Polícia Civil

O nome da Operação Basalto foi inspirado nas espécies e finalidades dos insumos que eram desviados e comercializados pelos investigados - Foto: Reprodução

De acordo com a polícia, os suspeitos são investigados pela comercialização de cascalho, pedra brita e bota fora, além da utilização de máquinas públicas para prestação de serviços particulares, sendo cobrado um valor por essas atividades

As investigações apontam que os servidores recebiam os valores das vendas por meio de pix e até por máquinas de cartão – Foto: Reprodução

A Polícia Civil deflagrou, na manhã de quinta-feira (25), uma operação para cumprir 20 medidas cautelares de busca e apreensão. Segundo a polícia, a ação é resultado da investigação que identificou uma uma associação criminosa formada por servidores de Prefeitura de Porto Velho, lotados na Secretarias de Obras (Semob).

As buscas são realizadas nas residências dos investigados e na sede da Semob e do total dos investigados, 19 foram já foram identificados.

De acordo com a polícia, os suspeitos são investigados pela comercialização de cascalho, pedra brita e bota fora, além da utilização de máquinas públicas para prestação de serviços particulares, sendo cobrado um valor por essas atividades.

As investigações apontam que os servidores recebiam os valores das vendas por meio de pix e até por máquinas de cartão.

Os contratantes dos serviços prestados pelos investigados, como, lojas de materiais de construção e pessoas que adquiriram os insumos desviados, também responderão pelos crimes praticados.

Ao todo, 77 policiais civis participarão da ação, que contou com o apoio da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Draco 1), Departamento de Estratégia e Inteligência da Polícia Civil (DEI), Departamento de Polícia Especializada (DPE) e da Gerência de Administração e Finanças (GAF).

O que diz a prefeitura

Em entrevista à Rede Amazônica, o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), explicou que todas as informações necessárias já foram repassadas à Polícia Civil, inclusive o login e senha do rastreamento de todos os veículos e máquinas da Secretaria.

Além disso, o prefeito informou que ainda não se sabe se os servidores investigados são estatutários ou comissionados. Contudo, em nota ao g1, a prefeitura reiterou que caso haja envolvimento de comissionados, estes serão automaticamente exonerados. No caso de estatutários, “será aberto processo administrativo disciplinar que busque a demissão desses agentes”.

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Basalto

O nome da Operação Basalto foi inspirado nas espécies e finalidades dos insumos que eram desviados e comercializados pelos investigados.

Fonte: G1 RO

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