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ESQUEMA CRIMINOSO: Dois empresários e falso contador são presos durante operação contra sonegação

As mercadorias eram compradas no nome da empresa de Guajara-Mirim,
município que tem isenção fiscal, mas entregues e vendidas em Porto Velho.

O esquema que vinha ocorrendo desde o ano de 2015 acabou gerando um dano
tributário de mais de R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais) aos cofres
públicos.

Dos quatro mandados de prisão previstos, três foram cumpridos e uma mulher
está foragida. Foram presos dois empresários, líderes da organização criminosa, e
um contador que, segundo o Ministério Público, não tinha registro profissional, e
atuava como contador da organização, facilitando as supostas fraudes.

Oito mandados de busca foram cumpridos, além da lacração do depósito
pertencente a empresa, com aproximadamente R$ 2 milhões de reais em
mercadorias, apreendidos quatro caminhões, cinco automóveis, uma lancha, além
de documentos, celulares e computadores que passarão por perícia, bem como de
bens dos suspeitos.

Ao todo, 60 policiais civis participaram da operação, além de delegados, agentes e
auditores fiscais e Ministério Público.

O MP ofereceu denúncia criminal contra os envolvidos por organização criminosa,
sonegação fiscal, falsidade ideológica e apropriação de ICMS, com penas que
podem chegar a mais de 30 anos de prisão, além da reparação ao dano causado,
segundo a assessoria do Ministério Público informou.

A Operação Personas II prendeu dois empresários e um falso contador em Porto
Velho (RO) nesta quinta-feira (22) acusados de um esquema de sonegação fiscal.

Os empresários são donos de uma loja de material de construção na Avenida José
Vieira Caúla, na capital.

Veja mais
PVH E GUAJARÁ: Operação conjunta do MPRO, PC e Sefin mira em
sonegadores de impostos

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Segundo as investigações da Polícia Civil, através da Delegacia de Repressão as
Ações Criminosas Organizadas (Draco) sob o comando do delegado Yuri
Medeiros Brasileiro junto com o Ministério Público e Receita Estadual, os
acusados tinham uma empresa de fachada em Guajara-Mirim no nome de um
trabalhador braçal deles e a partir desta fraude conseguiam cometer a sonegação
do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Fonte: G-1 Ro

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