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Isolamento rigoroso diminui para menos da metade em cinco meses

Group of people in protective masks standing in a queue at the airport

Os resultados da última edição da PNAD COVID19 mostraram que o número de pessoas que fizeram isolamento rigoroso em Rondônia caiu de 23% para 10,3% entre os meses de julho e novembro. A PNAD COVID19 foi uma pesquisa experimental do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com coletas realizadas entre maio e novembro.

Em contrapartida, houve aumento das pessoas que não fizeram nenhuma restrição neste período. Em julho, elas eram cerca de 19 mil pessoas nesta condição e passaram a ser 44 mil em novembro, mesmo número indicado em outubro.

A pesquisa também apontou que, em novembro, 45,4% dos rondonienses reduziram o contato, mas continuaram saindo de casa e/ou recebendo visita, e 41,5% só saíram de casa por necessidade básica.

Em relação ao número de pessoas que apresentaram sintomas de síndrome gripal, a PNAD COVID19 indicou uma diminuição tanto das pessoas que apresentaram um sintoma quanto das pessoas que apresentaram sintomas conjugados (perda de cheiro ou sabor ou tosse, febre e dificuldade para respirar ou febre, tosse e dor no peito).

No mês de julho, 91 mil rondonienses declararam que sentiram algum sintoma de síndrome gripal e 16 mil declararam sintomas conjugados. Já em novembro, estes números foram de 41 mil e oito mil respectivamente.

Porém, houve uma maior proporção de pessoas com sintomas que procuraram algum estabelecimento de saúde. Enquanto que, em julho, 21,3% das pessoas com um sintoma e 58,7% das pessoas com sintomas conjugados procuraram estabelecimento de saúde, estes índices foram de 38,3% e 81% em novembro.

A PNAD COVID19 também indicou que até julho, 106 mil rondonienses tinham feito algum teste para detectar a covid-19. Já em novembro, este número chegou a 217 mil, sendo que 57% tinham idades entre 30 e 59 anos.

Verificou-se ainda que cerca de 300 mil rondonienses (16,7% da população total) têm, pelo menos, uma comorbidade, sendo a hipertensão a mais frequente. Entre as pessoas com alguma comorbidade, 48,5% têm idades entre 30 e 59 anos e 31,9% têm mais de 60 anos.

 

Rondônia tem a segunda menor taxa de desocupação do país

Outro dado pesquisado pela PNAD COVID19 é em relação ao mercado de trabalho. A pesquisa mostra que Rondônia apresentou uma taxa de desocupação de 9,4% em novembro, ficando atrás de Santa Catarina, que registrou 7,6%, e um pouco à frente do Rio Grande do Sul, que teve 9,6% de desocupação.

A PNAD COVID19 apontou também que 41,7% das pessoas ocupadas em Rondônia estão na informalidade, por não terem carteira assinada ou registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). A Unidade da Federação com menor informalidade é Santa Catarina, com 20,1%.

Entre as 750 mil pessoas ocupadas em Rondônia, 282 mil (37,6%) eram trabalhadores do setor privado (com ou sem carteira assinada), 239 mil (34,6%) eram trabalhadores por conta-própria e 98 mil (13%) eram militares e/ou servidores estatutários.

Sobre recebimento de auxílio relacionado à pandemia, a PNAD COVID19 indica que em 50,5% dos domicílios rondonienses tinham pelo menos uma pessoa beneficiada com alguma assistência do Governo. O índice foi um pouco menor que no mês de outubro, quando 53,7% dos domicílios tinham alguém favorecido.

Assessoria
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